Piada do dia
A SALSICHA
Beto e Zé, dois amigos inseparáveis, queriam tomar uma cerveja ou duas mas
não tinham dinheiro algum. Fuçando os bolsos, a única coisa que encontraram
foi a impressionante quantia de um real.
Beto disse ‘Peraí, tenho uma ideia.’
Foi até o açougue ao lado e saiu com uma enorme salsicha nas mãos.
Ze então lhe disse ‘Ce tá louco, cara? Agora é que ficamos sem um tostão
furado mesmo!’
Beto replicou, ‘Não se preocupe, cara, venha comigo.’
Ele entrou num bar e imediatamente pediu uma cerveja e dois copos e mais
duas doses de uísque.
Espantado, o Zé alertou ‘Agora você pirou de vez. Você já parou prá pensar
na confusão em que você nos meteu? Estamos mais lisos do que sabão!!’
Beto, calmamente, retrucou com um sorriso: ‘Não se preocupe, eu tenho um
plano… Saúde!’
Mandaram seus drinques goela abaixo. O Beto então disse, ‘OK, vou colocar a
salsicha para fora pelo meu zíper e você se ajoelha e a coloca na sua boca.’
O barman viu o que estavam fazendo, fulo da vida e os botou para fora.
Mas eles continuaram fazendo a mesmo coisa, bar após bar, ficando cada vez
mais bêbados, tudo de graça.
Quando já estavam no décimo bar, Zé resmungou ‘Beto, acho que não consigo
mais te acompanhar. Estou bêbado e meus joelhos estão me matando!’
Beto então respondeu, ‘E como você acha que eu tô? Eu nem consigo me lembrar
em qual bar eu perdi a salsicha…’
Como salvar o celular que caiu na água
(1) Basta pegar o aparelho , secar, retirar a bateria e colocá-lo em um recipiente cheio de arroz cru.
(2) NÃO use secador de cabelo no celular. Assistências técnicas aconselham evitá-lo, já que o ar quente pode danificar os componentes do telefone.
(3) “O arroz tem essa propriedade de absorver água porque é rico em amido, que possui uma forte afinidade elétrica com as moléculas de água e acaba as atraindo”, afirma Maria Cristina dos Santos, professora do Instituto de Fí sica da USP.
Parapentes na Austrália
Sabe como é né? Bateu uma saudade…
Paragliders at Point Cartwright on the 7D from Christian Fitzpatrick on Vimeo.
Imagem da semana
Dia Mundial do Animal 2009
No início deste mês (4 de outubro) foi dia mundial dos animais. Iniciado em 1931, o dia foi reservado para celebrar a vida animal em todas as suas formas ao redor do mundo, e relação da humanidade com o reino animal.

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Biscoito Globo (curiosidades).
São 4h50 da madrugada na escura Rua do Senado, na Lapa. Até os mais renitentes boêmios já entregaram os pontos. Não se vê viva alma, a não ser em frente ao sobrado número 273, onde cerca de 50 pessoas aguardam a abertura da fábrica do tradicional biscoito de polvilho Globo. Daqui a algumas horas, o sol estará brilhando na orla, mas a praia do carioca nasce ali, na escura Rua do Senado.
O primeiro da fila chegou às 2h. Fausto Ferreira da Silva, 80 anos, compra biscoitos para vender na Praia do Leblon há oito, desde que deixou o emprego de cozinheiro num restaurante do Centro.

– O produto é bom! – empolga-se. – Esse biscoito é dinheiro em caixa. Criança de um ano já aponta o dedinho quando a gente passa – diz o vendedor, que paga R$ 25 por um saco de 50 unidades.
Pontualmente às 5h, um senhor franzino, de fala mansa mas articulada e segura, chega para abrir a fábrica. Milton Ponce segue essa rotina desde 1962, quando decidiu ampliar a produção da padaria Globo, em Botafogo. Paulista, ele chegara ao Rio em 1954, trazendo de uma panificação antiga do bairro do Ipiranga a fórmula que junta polvilho, ovos, leite, açúcar, sal, gordura hidrogenada e água.

– Muita gente pergunta por que não aumento a produção. Quase todos os dias, recebo propostas de franquia, mas isso aqui é como um bolo que você faz na sua casa. Segundo ele, sua maior satisfação é fornecer um meio de vida a milhares de pessoas que vendem o biscoito nas praias do Rio e pelas ruas da cidade.
- Muita gente aposentada ou desempregada vem aqui comprar o biscoito e sobrevive da venda.
Milton diz que o segredo do sucesso são seus funcionários – 18 no turno da manhã e quatro à tarde – que chegam a produzir 15 mil saquinhos com dez rosquinhas cada durante o verão.
– Tenho funcionários comigo a 42, 38, 35 anos. Aquele está aqui desde os 11 – conta, enquanto aponta para o forneiro Ednaldo Valdevino do Nascimento, 36.

Levado à fábrica por dois tios, ele acorda todos os dias às 3h20 para trabalhar.
– A carcaça já calejou com esse horário.
Mas quem mete mesmo a mão na massa é Jailton da Silva Cardoso, que exercita os músculos e a sensibilidade dos dedos para achar o ponto certo. Como não pode usar luvas, sua maior preocupação é com a higiene.

– Se colocar numa batedeira a massa queima porque não leva fermento – explica. – Já tentei usar luvas, mas elas impedem que eu saiba o ponto exato.
Milton brinca com a fidelidade dos funcionários.
– Tem uma senhora aqui que, se eu demitir, dá um jeito de entrar pelo telhado. A maioria das empresas erra quando troca os empregados que ganham mais. Eu valorizo essa equipe.
Seu calcanhar de aquiles é o empacotamento nos saquinhos de papel vendidos nas praias – os únicos que resistem à ação do sol.
– Já procuramos na Itália e na Alemanha, mas não existem máquinas para esse trabalho.
Ver empacotadores como William da Silva Torres atuando é um espetáculo. Numa velocidade tão grande que suas mãos desaparecem, ele enche um saco em menos de cinco segundos.

Apesar de não ser carioca, Milton já incorporou o espírito gozador e não liga para os apelidos de biscoito de vento ou “me engana que eu gosto”:
– Devemos muito do nosso sucesso à essa irreverência.

Segunda!

Porque “salto com vara” não precisa ter duplo sentido!














